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Graffiti \Graf*fi"ti\, s.m.
desenhos ou palavras feitos
em locais públicos. 
Aqui eles têm a intenção de 
provocar papos sobre TI e afins.

O Graffiti mudou!

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A "Melhores & Maiores", edição anual da EXAME, completa seu 35º ano de vida. Publicação chique, compilação necessária. Existem similares tupiniquins, mas nenhum atingiu o mesmo nível. Fiel retrato do mundo dos negócios (formais) de Pindorama, a "Melhores & Maiores" tropeça exatamente onde nossas empresas tropeçam. Nas mesmíssimas pedras.

A própria EXAME, na edição quinzenal, já dedicou capas e diversas páginas ao tema *Inovação*. Sabe que no século XXI este é um dos principais fatores de sucesso. De empresas e países. Mas seu guia com as "500 maiores empresas do país" simplesmente ignora o tema. Não deveria.

Ela já criou "bônus" para premiar Sustentabilidade e as melhores empresas para 'você' trabalhar. Deveria também inventar uma pontuação extra baseada em indicadores de inovação. Nada complicado: número de patentes registradas; participação de novos produtos no faturamento; coisas assim.

Apesar da fama de criativos, não temos tradição nenhuma de Inovação Empresarial. Quero crer que um primeiro passo já demos: reconhecemos a importância da inovação. O passo seguinte é buscar sua implementação.

Outra 'pedra' que compromete a acuracidade do retrato elaborado pela "Maiores & Melhores" é outro dado que escapa de sua análise contábil: a gestão de clientes. Aqui, mais que bônus, seria mais prática a adoção de uma penalização: quantas reclamações a empresa tem no Procon ou em agência reguladora? Quantos processos judiciais movidos por clientes a empresa responde? Campeãs do não-atendimento deveriam ter sua pontuação reduzida.

São critérios simples, de fácil verificação. Sua adoção pela "Melhores & Maiores" tornaria aquela publicação mais simpática. E, com certeza, mais real e útil.

Desde ontem, quando minha conexão com a Internet simplesmente sumiu, destilo veneno elaborando este post. Se você é muito sensível ou anda muito satisfeito com sua prestadora de serviços de comunicações, poupe seu tempo.

Eu estava em São Paulo, mais precisamente em Pinda, quando aconteceu o "apagão" da Telefonica. Me afetou pouco já que, quando em trânsito, normalmente fico totalmente offline. Mas fiz questão de guardar todas as notícias publicadas sobre aquela imensa cagada da empresa espanhola. Esperava ter um tempinho para publicar meus comentários. O tempinho não apareceu até ontem, quando a Oi (Telemar) resolveu mostrar que é tão incompetente e pouco respeitosa quanto a Telefonica.

Não, (ainda) não aconteceu um "apagão" da Oi. Ou melhor: seu "apagão" se dá aos poucos - quase que seletivamente. Serei breve na cronologia dos fatos:

  • Na noite de sábado, quando retornei de Sampa, minha conexão se mostrou instável e relativamente lenta;
  • Na manhã de domingo não existia mais conexão;
  • A Oi oferece três números de telefone para atendimento. O 0800 do suporte nunca atende. Então você aprende que deve ligar para o 10331 e pedir a transferência.
  • Com um detalhe: peça para a moça aguardar que o pessoal de suporte atenda. Senão o suporte não atende e a ligação cai.
  • Em suma: são necessárias umas 7 ligações para você ser atendido de fato, e não por uma "simpática" atendente virtual;
  • Tentativa #1: desconecta os cabos;
  • Tentativa #2: idem, reinicia o computador;
  • Tentativa #3: idem, idem e enfim um porém: "senhor, acabo de verificar que há um trabalho de manutenção na sua região. Ele começou no dia 5/jun e a previsão de encerramento é para o dia 31 de julho".
  • Detalhe: cada tentativa significava uma nova ligação, um novo atendente.
  • Ao último atendente tentei explicar que na minha região, na minha rua (!), apenas eu estava sem conexão. A gráfica dos meus irmãos fica na mesma rua, 2 quadras de distância. E a conexão lá (aqui, onde sou obrigado a trabalhar hoje) estava perfeita. Meu mano caçula mora na outra direção, também na mesma região. Também com uma conexão sem problemas. Adiantava explicar isso para o atendente? Lógico que não.
  • Olha que legal: ele perdeu a paciência e desligou o telefone na minha cara! Só porque solicitei suporte no local (um atendimento que é pago, diga-se de passagem).
  • Liguei para a Anatel: ela só atende de 2ª a 6ª! Não é fantástico?
  • Segunda de manhã: nada de conexão. Litros de suco de maracujá foram consumidos para garantir que eu estaria calmíssimo no momento do primeiro contato com a Oi. Pedi que a 1ª atendente me "acompanhasse" até que o pessoal de suporte atendesse. Ela disse que este é o procedimento. Alguém deveria ensinar isso para os atendentes do domingo.
  • A doce Monique, ao contrário do cavalo dominical, foi super anteciosa. E prontamente abriu um chamado para atendimento in loco. Foi agendado para amanhã.
  • Mesmo assim não deixei de formalizar minha reclamação na Anatel. Protocolo 678781.2008. A Oi tem um prazo de 5 dias úteis para me atender...
Pois é... é tudo o que nós, consumidores, recebemos. Monopólios e "agências reguladoras". A privatização das teles nos deu isso tudo aí. [Vish.. q post mais chato. Tentarei ser mais "construtivo"].

Só aprendi depois do "apagão" da Telefonica que o provimento de serviços Internet não tem o mesmo "status" dos serviços telefônicos "tradicionais". Eles não são tratados como essenciais em nossa legislação. Por isso Telefonica, Oi e porcarias afins são tão relaxadas.

O infeliz mineiro senador da República, Sr Eduardo Azeredo, antes de se preocupar com o policiamento do uso da Internet, deveria garantir que tenhamos acesso. Senão daqui uns dias ele não terá quem vigiar! A cagada é do partido dele: é da época de Serjão e Mendonção, dois ministros das comunicações que não anteviram, em meados dos anos 90, que a Internet teria essa importância toda. Caro (e põe caro nisso!) Eduardo: serviços de conexão com a Internet devem ter o mesmíssimo "status" dos outros: sua indisponibilidade deve ser considerada uma "calamidade pública".

Aliás, será que alguém se lembra que a Internet foi inventada, há 4 décadas, exatamente para ser um serviço de comunicação sempre disponível - até no caso de uma hecatombe nuclear?

O que aconteceu em São Paulo, está acontecendo aqui em MG e vai acontecer em todo o Brasil: as teles estão vendendo mais do que conseguem entregar. Sua infra é capenga e eles estão sendo desonestos com todo mundo. É caso sim de abertura de processos judiciais. Oi, Telefonica e afins estão, literalmente, NOS ROUBANDO.

Não esperavam que se vendesse tanto micro no Brasil? Não esperavam tamanho crescimento? Ema ema... cada um com seus "pobrema".

O nosso é o seguinte: permitimos a criação de monopólios. Mansos como vaquinhas no pasto. Tá na recém-publicada "Melhores e Maiores" da EXAME: Telefonica e Oi faturaram US$ 12 bi em 2007. US$ 12 bi cada uma! O lucro líquido (ajustado) de cada uma foi de US$ 1,3 bi!! São as "maiores" de Pindorama na área de serviços. Sabe de onde vem cada centavo do lucro líquido delas? Da economia na prestação de serviços. Da péssima qualidade dos serviços prestados. Do terrível estado de seus sistemas de informação. Etc etc... Como já disse Seth Godin:

Monopólios trabalham para manter uma coisa que eles não teriam se a gente tivesse a chance de começar tudo de novo.

Bem, a gente não tem a chance de começar de novo. O estrago tá feito. E será bem mais feio se:
  1. Os interesseiros e outros eiros com muitas eiras e beiras permitirem a fusão da Oi com a BrT;
  2. Arthur Badin não for escolhido para a presidência do CADE (um cara que, tenho certeza, brigaria muito contra a fusão acima);
  3. A legislação não for alterada para garantir o mínimo do mínimo para os consumidores;
  4. Continuarmos mansos como vaquinhas no pasto.

.:.

Atualização: quem não chora não conecta, certo? Pois bem, no final da tarde de hoje minha conexão foi reestabelecida. Explicaram que se tratava de um "problema na central". Desconfio que a iniciativa foi motivada pela reclamação formalizada na Anatel. Não importa. E fiquei curioso: será que o sisteminha deles cancelará o atendimento in loco solicitado? Amanhã eu conto procês, hehe..

Mas a "solução" não me fará retirar uma vírgula do que escrevi acima. Pelo contrário, mal comecei minha saga contra Oi e afin$.

Atualização (22/jul): Bom, pelo menos o técnico não perdeu seu tempo vindo até aqui. Não sei se se tratava da mesma pessoa que ligou ontem, informando a misteriosa solução do enigmático problema.

E por falar em enigmas: não conta para a Oi não, mas minha conexão está apresentando o dobro da velocidade que apresentava antes do 'apagão'. Será que ganhei um upgrade? Ou eles estão criando condições de quebrar a ridícula norma que diz que eles só têm obrigação de me entregar 10% da banda nominal contratada?

Há pouco tempo, quando aparecia grande ou médio empresário falando que atingiríamos um défict de 200k programadores no curto prazo, eu zombava, ria, ignorava. Acontece que eles sempre falavam do mercado externo. Um mercado que, ano após ano - número após número, praticamente inexiste. Relevante para poucos, nunca geraria aquele monstruoso déficit.

Mas atingimos o ponto em que o sinal amarelo fica vermelho. Cadê os desenvolvedores? Testemunhei uma empresa correndo atrás, com ofertas interessantes, buscando gente de todo tipo: Java, C#, PHP... e nada. Ou melhor, uns poucos currículos fracos. Cadê os desenvolvedores?

Não creio no mercado externo, mas se o Brasil seguir crescendo no ritmo atual, periga que o número de vagas não preenchidas esbarre realmente em 5 ou 6 dígitos! Pena, mas não terei tempo de pesquisar estatísticas. Não sei quantos "desenvolvedores" as escolas despejam no mercado por ano. O número parece muito pequeno, só pra variar. Os programas dos cursos técnicos e, principalmente, das faculdades parecem desenhados para espantar "gente comum". Aquele tanto de cálculo em 'Sistemas de Informação' é coisa de maluco. Mas isso é outro assunto. O fato é que, por baixo, 60% dos matriculados em cursos que proveriam desenvolvedores vazam: Mudam, desistem ou piram. E o mercado só faz crescer.


Esse papo todo me fez lembrar do início da nossa história. Imagina lá nos anos 1950 e 60, quando (quase) ninguém estudava para virar programador. A história está muitíssimo bem documentada em "From Airline Reservations to Sonic the Hedgehog - A History of the Software Industry", de Martin Campbell-Kelly (MIT Press - 2003). As empresas montavam bancas em várias cidades dos EUA, recrutando todo tipo de pessoa que poderia virar um "programador". Buscavam craques em matemática, mas a coisa era tão crítica que valia tudo: quem tocava violão, jogava xadrez, gostava de quebra-cabeças...

É desse tempo que surge o simpático Dr. Bauer (será avô do Jack?), retratado no anúncio acima. Sua segunda lei: "O talento vai onde a ação está". Atualíssima, não? O anúncio é tão jóia que tem até PS: "Caso interesse, a 1ª lei do Dr Bauer é: se o programa tem um bug, o computador o encontrará." hahaha! Dr. Bauer é o máximo!

E o anúncio, tão cheio de texto, mira dois coelhos: vende os serviços da empresa (Informatics Inc.) e também recruta "talentos". E avisa, no terceiro parágrafo: "Esse tipo de talento não é barato. (Veja nossa folha de pagamentos e plano de incentivos, únicos na indústria de software)".

Caraca! Ele convida clientes e candidatos a olhar a folha de pagamentos?!? Quem faria isso nos dias de hoje? Aliás, quem tem coragem de mostrar a folha? Aliás, quem está utilizando o mesmo artifício (nobre) para atrair e reter talentos de verdade?

Porque, se tem uma lei que ninguém quebra, é a lei da oferta e procura. Talentos de Pindorama, atenção: chegou a hora de recuperar tudo que foi perdido desde 98!

Fábricas e bódechôppes tupiniquins, atenção: o talento vai onde a ação e a grana boa estão! Podem chamar de "2ª Lei do Bauer - 2.0".

Uma Ilha chamada Google

24 janeiro 2008

Quando busquei uma imagem utilizando a combinação "google island" não esperava por algo tão literal. Não sei se os caras querem realmente uma ilha. Mas, valeu a coincidência (e a piada?). E a imagem. No entanto, "ilha" aqui é só uma metáfora.

Todo mundo começou a reparar que a crise na economia estadunidense é coisa séria. Até a Apple, no trimestre 'natalino', conseguiu mostrar números decepcionantes. E projeta um futuro próximo ainda mais desanimador (que combina com a decepção da MacWorld). Como nenhum dos diversos candidatos ao cargo máximo do mundo mostrou, até agora, um plano econômico fenomenal, não é difícil supor que os próximos 24 meses serão um tanto cinzentos na América do norte. Mas, numa pequena ilha, o céu deve permanecer azulão. O céu e os balanços da ilha Google.

Sim, as ações da Google não valem mais US$ 800. Despencaram para US$ 600, e devem cair um pouco mais até março. Sem romper a barreira (psicológica) dos US$ 500. A Google ensinará para seus compatriotas porque na China a palavra crise é traduzida como "problema+oportunidade" (wei-ji). Torcida? Não, só um pouco de lógica mesmo. (Obs: não tenho ações da Google. Quem dera!)

Em tempos bicudos, a publicidade ganha outro perfil. Campanhas institucionais em redes de TV perdem todo o sentido. As verbas dos diversos departamentos de marketing esmaecem e são mais fiscalizadas. Os "tiros" devem ser mais certeiros. E qual empresa está melhor posicionada para capturar essas escassas verbas?

Em 2008 a Google abrirá seu leque de opções para anunciantes. O Android deve estreiar em centenas de novos aparelhos celulares (aparelhos de baixo custo - o Android é gratuito). Aposto que ela lançará pacotes de anúncios especiais, com preços diferentes para cliques em páginas e acessos via dispositivos móveis. Pacotes que facilitarão a vida de agências e anunciantes. Tudo com um diferencial que faz todo sentido para os donos da grana: a possibilidade de rastrear cada centavo investido.

Cenário tão animador deve fazer a Google acelerar outras duas iniciativas: sua entrada definitiva no mundo das rádios e das redes de TV. A primeira é mais próxima e já foi testada em rádios da costa oeste. No mundo da televisão a coisa será um pouco mais lenta. Nada preocupante, dado o crescimento da audiência de uma de suas mais questionadas aquisições: o YouTube. Anunciantes tradicionais trocarão decadentes sitcoms e séries por um espacinho no YouTube. E ficarão muito satisfeitos.

Portanto, quando a MS estiver anunciando números decepcionantes ao término do ano fiscal de 2008 (em junho, se despedindo de Bill & Ballmer), a Google mostrará um considerável aumento de seu faturamento. Ações sobem, mais grana entra, mais investimento. Ciclo virtuoso em plena recessão. Em boa parte, por causa da recessão. Mas, principalmente por causa da estratégia que a empresa sustenta desde sua fundação, há pouco mais de uma década.

.:.

A Fortune acaba de anunciar que a Google é a melhor empresa para se trabalhar nos EUA. Funcionário satisfeito rende mais, certo? Resultado de outra política que a empresa sustenta praticamente desde a sua fundação. 99% dos seus 8 mil funcionários recebem bônus e opções de deixar muito CEO com água na boca. Fora os prêmios por criatividade. Fora o ambiente de trabalho que valoriza as pessoas. Sucesso não vem por acaso. Devemos estranhar é nossas empresas (tupiniquins) que, igualmente dependentes das pessoas, os tratam como PJ's e ainda querem ser felizes...

A Google tem 10% do número de funcionários da MS. Mas já tem metade do valor de mercado desta (que, por curiosidade, ficou em 86º lugar na lista da Fortune. Me surpreendi. Afinal, o quão bom deve ser trabalhar numa empresa que inventa o "fiscal de emoções"? Hehe.. assunto para outro post).

Na cultura estadunidense, quem não é um nítido "vencedor" gosta de ficar ao lado de vencedores - aparecer na foto. Como a Google será uma rara ilha, atrairá muitos aproveitadores. Alguns serão muito úteis, como grandes agências e veículos. Uma, que ontem apresentou números muito ruins, ganhará espaço especial no 'coraçãozinho' da Google: a Motorola. A outra decepção de ontem, a Apple, vai titubear. Mas não escapará de alguns passeios na ilha. Talvez, como prevê o Roberto X, passe a "alugar" parte da infra da ilha.

E o céu (e os balanços) da ilha ficarão ainda mais azuis...

Não que eu mire o cargo de "mãe dinah" do nosso mercadinho, mas não é que meus chutes começaram bem em 2008? Ok, não é coisa que se realizou (ainda). Mas minhas apostas ganharam um reforço e tanto: Roberto X (ou Robert X. Cringely) "colou" em duas de minhas principais apostas para o ano que acabou de começar:

Dia 4/jan ele escreveu o seguinte:
"Not only will Bill Gates be retiring from Microsoft in 2008, CEO Steve Ballmer will, too. No word yet on his successor."

Quem acompanha o Graffiti, já tinha lido aqui no dia 21/dez:
"... o Ballmer não passa deste ano fiscal..."

No último 11/jan, Roberto X dedicou uma coluna inteira para explicar uma provável fusão da Apple com a Adobe:
"Folks a lot smarter than I have wondered over the years about potential Apple mergers and acquisitions driven by Steve's bloodlust. Apple-Disney, Apple-Google, Apple-TiVo, even Apple-Sun come to mind, but the only one that makes any sense to me at all is Apple-Adobe.

...

"What I DO see happening is Apple buying Adobe, which would give it effective dominance of digital content creation and distribution on a global scale."


No mesmo 21/dez eu já tinha escrito:
"A Apple corre do Flash como o demo foge da cruz. Mas desconfio que uma aproximação (ou fusão) com a Adobe esteja anotada num cantinho da agenda do Jobs."


.:.

Por fim, um acerto que não merece muito crédito: comecei aquela coluna de "previsões" dando como certa uma recessão nos EUA:

"O hemisfério norte vai sofrer um bocado com a crise da economia estadunidense. Bush (finalmente!) será substituído. E é muito provável que ele ouça de um candidato democrata o mesmo que seu pai ouviu do Clinton: "É a economia, estúpido!". Agora é tarde. E os impactos de uma recessão batem quase que de imediato no mercado de TI (somos eternos supérfluos, apesar de tudo)."



Surrupiado daqui.