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Graffiti \Graf*fi"ti\, s.m.
desenhos ou palavras feitos
em locais públicos. 
Aqui eles têm a intenção de 
provocar papos sobre TI e afins.

O Graffiti mudou!

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Conforme programado. Foi só o tempo de baixar a versão 64bits do Kubuntu, planejar o setup, respirar fundo e mandar bala. Explicando a tomada de ar: a fama do Linux em notebooks, no geral, não é muito boa. "Os notes têm muita coisa proprietária" e coisa e tal.

Mesmo assim, eu estava decidido. Não posso conviver com um SO que, para algumas coisinhas básicas como IM, me rouba 5min (para carregar o Live!). Isso sem falar na incrível chatice e nos DRM's da vida.

Tirando uma bobeirinha com o Live CD do Kubuntu (noapic, nolapic - para os iniciados), o processo fluiu normalmente, como ocorre em um desktop. Impressionante, mas o Kubuntu reconheceu tudo na máquina. A instalação foi rapidíssima e sem dor. Em se tratando de um note, mais especificamente de um note BR (localizado), é quase uma proeza. Mostra bem o estágio de maturação do Kubuntu e seus irmãos.

Para não dizer que foi tudo tranquilo, pintou uma bobeirinha que me roubou alguns minutos. A interface wireless (Dell/Broadcom) foi a única coisa que não funcionou de primeira. Exigiu algumas pesquisas e um processo um tanto draconiano de correção (qq coisa que envolva o uso do MAKE significa uns 5 pontos negativos para o Kubuntu). Estranho é que se trata d'uma coisa da Dell (o note é HP). A mesma Dell que tornou o Ubuntu sua distribuição oficial. Era de se esperar um suporte minimamente razoável.

Mas tudo bem. O que importa é que o note também ganhou sua carta de alforria. E a diferença de performance em relação ao Vista é tão gritante que vai me incentivar a fazer um breve benchmarking. Amanhã ou depois eu publico os resultados.

3 responses to "Despedi o Vista"

  1. Por que o novo sistema da Microsoft é tão exigente com a memória RAM?

    Eduardo Marques

  2. Caro Eduardo,

    eu poderia listar uma série de razões técnicas. Mas acho que tudo se resume numa coisinha só: é mal escrito.

    E não é só uma questão do Vista, não. Você já tentou utilizar o Live Messenger? O que justifica tamanho "peso"?

    O Gaim, mais leve e performático, me permite falar com a rede da MS, Yahoo, Google... Sinceramente não entendo. Aliás, não vou gastar meu tempo tentando.

    Abraços

    Paulo Vasconcellos

  3. Eu, que agora estou utilizando apenas o Mac OS X - visto que desde a devolução do notebook à empresa onde trabalhava não possuo nenhuma máquina Window - estou feliz da vida... hehehehehe!

    Amplexos,

    Nelson Biagio Junior

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